Ser pássaro
é não temer o voo,
tampouco o risco
do abismo.
Ser pássaro
é cartografar
o invisível
ou caraminholar
rufar de asas.
Ser pássaro
é ser infante:
quem é que sabe
dos desígnios
desse incerto?
de Alfredo Garcia Bragança in @poesiaparaense
Via TelMont *
* Gratidão a Tel Mont pela preciosura!
** Dedicado às minhas amadas luso-brasileiras!
Voa voa, passarinho - Paulo Zola & Francis Monteiro

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